Bife
Os melhores bifes são os de filé mignon, usualmente, porém, são utilizados para bifes também o contrafilé, alcatra, ou mesmo coxão mole e o patinho. Desde que a carne seja macia, os bifes ficarão bom. Prefira sempre a carne com o vermelho mais vivo. Carnes com a cor mais pro vermelho cinza, significa que ela já está na vitrine há algum tempo, ou que era de uma vaca mais velha e de carne pior.
Peça ao açougueiro, para tirar as peles e nervos, se for do seu gosto, peça para deixar um pouquinho da gordura, pois você poderá fritar sem colocar gordura em uma panela de teflon. Deixe para temperar após fritar, para que ele fique bem macio. Um bom molho barbecue pronto da conta do recado.
Ensopado
Sem dúvida, são as carnes de segunda como Agulha, Paleta e Músculo que servem para fazer um ensopado perfeito. Será difícil encontrar uma delas sem gordura, mas evite aquela gordura dura grande esponjosa, pois faz muito mal a saúde. Quanto mais vermelho vivo melhor, evite carnes de cor acinzentada. Um bom caldo Knorr, com certeza dá conta de temperar uma carne assim.
Churrasco
No churrasco, tudo depende do seu orçamento, pois poucas carnes não ficam boas na brasa. Se forem poucas pessoas e você estiver com grana, peça ao açougueiro por:
- Picanha
- Maminha
- Alcatra
Se a grana ta curta, e são muitos convidados, opte por:
- Bifes de contrafilé
- Espetos de contrafilé
- Linguiça
O churrasco perfeito, é temperado apenas com sal grosso, não tente inventar demais. Novamente, evite gordura em excesso e de preferência as carnes que apresentam um vermelho vivo.
Comprar carne não tem mistério, como você pode ver nas dicas acima. Agora é partir pro açougue ok? Depois conta sua experiência pra gente!
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Receita - Carne Assada com Batatas
1 e ½(meio)kg de lagarto redondo ( patinho, coxão mole, peito)
4 dentes de alho
Sal
Pimenta do reino e cominho em pó
Duas colheres de sopa de cheiro verde picadinho
1 saco plástico (pode ser aqueles próprios para alimentos, transparentes)
5 colheres de sopa de óleo
2 colheres de sopa de vinagre
½(meio)kg de batatas
Amasse o alho junto com o sal, misture o cheiro verde, o vinagre, a pimenta e o cominho. Reserve.
Com a ajuda de uma faca, perfure a carne em vários lugares diferentes, coloque a carne dentro do saco plástico e acrescente a mistura de temperos, feche bem o saco, dê uma mexida, e leve a geladeira por 12 a 24h.
Decorrido este tempo. Coloque ½(meio) litro de água para ferver. Numa panela de pressão coloque o óleo, deixe esquentar um pouco e coloque a carne, vá dourando todos os lados e pingando água quente, para que não grude e queime, quando estiver bem dourado, acrescente a água quente até o meio da carne, tampe a panela e deixe cozinhar, em fogo médio, por 25 minutos. Descasque as batatas e corte em quatro partes.
Desligue o fogo, espere sair a pressão, verifique se a carne está macia, se estiver, retire para um refratário, e acrescente as batatas ao caldo que sobrou, se precisar coloque um pouco mais de água, abafe somente a panela, sem tampar. Deixe cozinhar. Enquanto isso fatie a carne, quando à batata estiver quase cozida jogue a carne por cima e deixe para apurar mais o sabor. Verifique se as batatas estão macias, desligue o fogo, retire com cuidado para um refratário e sirva acompanhado de arroz branco. Fica ótimo.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Frango com cerveja preta
Ingredientes
1kg de coxa e sobrecoxa de frango sem osso e sem pele
2 dentes de alho
1 lata de cerveja preta
1 cebola
bacon fatiado
cheiro verde
molho de soja à gosto
tempero baiano
Misture o Frango em uma tigela, com a Cebola e o Alho. Junte o Molho de Soja, Cheiro Verde e o Tempero Baiano (este tempero você encontra em supermercados). Depois de tudo misturado, coloque o Frango em uma forma e por cima coloque as fatias de Bacon. Em seguida despeje a Cerveja Preta. Depois cubra com papel alumínio e coloque no forno por aproximadamente 1 hora. O forno já deve está pré-aquecido. Depois tire o papel alumínio e deixe dourar
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Deliciosa marmita do Gaúcho
Bateu aquela fome? Tá com vontade de churrasco e não está com tempo de aproveitar um ótimo Rodízio?
A nossa churrascaria oferece uma marmita ótima, com o delicioso churrasco da casa. Com o nosso arroz/feijão que mais parece comida de vó, macarrão, legumes, mandioca e, claro, as nossas deliciosas carnes.
Você pode escolher entre uma porção de fraldinha ou de costela. Sim, nossa marmita tem fraldinha e costela, com a qualidade que só a Churrascaria do Gaúcho pode oferecer.
Então já sabe. Bateu aquela fome e não tem tempo de saborear nosso rodízio? É só pedir nossa marmita. Garantimos que não terá arrependimento.
Você pode nos encontrar na rua Tarobá, 632 no Centro, esquina com a República Argentina, ou na Carlos Gomes 769 na Vila Portes.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Receita do verdadeiro churrasco gaúcho
O churrasco gaúcho. Tão famoso e tão simples. É umas das culinárias mais famosas do Brasil. Famoso pelo seu sabor único, pela sua maneira de preparar(começando horas antes com o chimarrão, para depois acender a churrasqueira), e pela qualidade da carne escolhida. Gaúcho sabe sim, preparar um ótimo churrasco.
Então, agora a CHURRASCARIA DO GAÚCHO vai te dar a receita para que saia tudo ótimo em seu churrasco. Já falamos de acender a churrasqueira, de salgar a carne, do material para o churrasco, mas e agora, como prepará-lo?
Gaúcho usa como tempero sal grosso e...só. Isso mesmo, churrasco com gosto de churrasco tem apenas o sal grosso como tempero. Mais que isso a carne perde seu sabor original. Ai não tem graça não é?
Ingredientes da Receita
Uma peça de carne (costela, picanha, maminha ou fraldinha) de cerca de 2 kg
Sal grosso a gosto
Modo de Preparo
Coloque a carne no espeto, jogando bastante sal grosso por cima, pois ele vai ser absorvido pouco a pouco, acentuando o sabor da carne durante o cozimento.
Leve a carne ao braseiro. O ideal é que a carne fique a cerca de 30 cm a 40 cm da brasa – distância suficiente para receber o calor sem tostar, ficando cozida por dentro e mais macia. (Se for uma peça de costela, a distância deve ser de 80 cm; a peça pode levar até 4 horas para ficar pronta.) O processo exige paciência, mas o resultado compensa.
Quando a carne estiver no ponto de sua preferência, tire o espeto da brasa, coloque-o sobre uma tábua e, antes de fatiar, dê pancadinhas na carne com a faca para tirar o excesso de sal.
Então, agora a CHURRASCARIA DO GAÚCHO vai te dar a receita para que saia tudo ótimo em seu churrasco. Já falamos de acender a churrasqueira, de salgar a carne, do material para o churrasco, mas e agora, como prepará-lo?
Gaúcho usa como tempero sal grosso e...só. Isso mesmo, churrasco com gosto de churrasco tem apenas o sal grosso como tempero. Mais que isso a carne perde seu sabor original. Ai não tem graça não é?
Ingredientes da Receita
Uma peça de carne (costela, picanha, maminha ou fraldinha) de cerca de 2 kg
Sal grosso a gosto
Modo de Preparo
Coloque a carne no espeto, jogando bastante sal grosso por cima, pois ele vai ser absorvido pouco a pouco, acentuando o sabor da carne durante o cozimento.
Leve a carne ao braseiro. O ideal é que a carne fique a cerca de 30 cm a 40 cm da brasa – distância suficiente para receber o calor sem tostar, ficando cozida por dentro e mais macia. (Se for uma peça de costela, a distância deve ser de 80 cm; a peça pode levar até 4 horas para ficar pronta.) O processo exige paciência, mas o resultado compensa.
Quando a carne estiver no ponto de sua preferência, tire o espeto da brasa, coloque-o sobre uma tábua e, antes de fatiar, dê pancadinhas na carne com a faca para tirar o excesso de sal.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
A Origem do Churrasco
A história do churrasco brasileiro tem sombras longas. Começa necessariamente no século XVII, no interior dos Sete Povos das Missões, comunidade criada pelos jesuítas no oeste do Rio Grande (abarcando Paraguai e Argentina) para reunir indígenas – em especial guaranis – na missão catequisadora. Destruída em 1768, a comunidade deixou como testemunho, além das ruínas, um belo exemplo de sociedade ideal para os homens e sua profunda influência na colonização. É que os rebanhos ali criados, sem dono após a guerra de destruição, ganharam os campos e ali se multiplicaram ao sabor da natureza. Era riqueza muito vistosa para não ser aproveitada naquele Brasil – colônia que crescia atrás do ouro. Por isso os preadores passaram a descer de Laguna e São Paulo para apresá-los. Eram os tropeiros, cuja refeição básica nas breves paradas de acampamento consistia num pedaço de carne fresca, assada ao calor das brasas no chão e temperado com um pouco de cinza.
O historiador Dante de Laytano identifica nessa gente o primeiro ciclo de ocupação do estado. “ O segundo foi o do invernador, que já era siminômade e se obrigava a parar no caminho para engordar o gado e proteger-se do inverno”, diz ele. Assim como nos caminhos dos tropeiros, nos seus também foram brotando cidades. E como os tropeiros, invernadores e seus peões tinham no gado assado sua dieta principal, agora salgado. Eles haviam copiado dos índios o costume de colocar mantas de carne sob o arreamento, no lombo do cavalo, enquanto cavalgavam. No ponto de parada, devidamente salgado pelo suor do animal, a carne estava pronta para ir ao fogo.
Como se vê, o churrasco tornou-se fio condutor da história rio grandense e prosseguiu nesse papel durante o terceiro ciclo da fixação à terra, a chamada “civilização do estancieiro”. Agora já era uma larguíssima fazenda organizada, na qual a peonada saía para distantes lides de gado, que duravam semanas, meses e cujo cardápio era o churrasco, nutritivo e fácil de fazer com carne à mão. Foi nesse momento que tomou a forma de típico churrasco gaúcho como o conhecemos, com fogo de chão e espetos de carne fincados na terra ao redor.
A receita não podia ser mais simples: carne com alguma gordura – em geral costela -, coberta de sal e levada ao fogo demorado, assando primeiro de um lado e depois do outro. “Mas o churrasco não é exclusivo do Rio Grande. “ Existiu em toda América do Sul antes do Descobrimento.”
De fato, os registros históricos se referem ao coócai, um assado primitivo e ao coócatuca, carne no espeto, usado pelos índios. A verdade é que no século passado, a modalidade do fogo de chão estava definitivamente consagrada, a julgar pelo depoimento do naturalista Saint Hilaire, de 1821. “Logo chegando ao lugar onde pisei, meu soldado fez uma grande fogueira; cortou a carne em compridos pedaços da espessura de um dedo, fez ponta em uma vara de cerca de dois pés de comprimento e enfiou-o a guisa de espeto em um dos pedaços de carne e quando julgou suficientemente assado, expôs o outro lado. Ao fim de um quarto de hora esse assado podia ser comido, parecendo uma espécie de beefsteak suculento, porém de extrema dureza.
Somente em tempos mais recentes o churrasco gaúcho incorporou outros cortes do gado, como a picanha ou fraldinha. A novidade veio na esteira de uma série de inovações introduzidas no prato a partir desse século, pela colonização italiana que se fixou no norte e na região da serra do estado. Para os italianos, churrasco era comido apenas em dia de festa, valiam vários cortes e era preparado de véspera, com os pedaços de molho em vinha d’alhos. Foi dali que nasceu o popularíssimo “rodízio” ou “espeto corrido”, como dizem os gaúchos, com os acompanhamentos que um velho gaudério jamais admitiria, além de levar frango e carne de porco. (A moda do espeto e da grelha acabou entrando até na área de peixes).
Por curiosa coincidência, os pioneiros bem sucedidos no espeto corrido vieram de Nova Bréscia, pequena cidade encravada na serra, a 167 km de Porto Alegre. A cidade exibe na praça principal a estátua de um churrasqueiro com avental branco, faca e espeto nas mãos.
Fonte - Wikipedia; Churrasco na Rede
Imagem - Acervo Google
O historiador Dante de Laytano identifica nessa gente o primeiro ciclo de ocupação do estado. “ O segundo foi o do invernador, que já era siminômade e se obrigava a parar no caminho para engordar o gado e proteger-se do inverno”, diz ele. Assim como nos caminhos dos tropeiros, nos seus também foram brotando cidades. E como os tropeiros, invernadores e seus peões tinham no gado assado sua dieta principal, agora salgado. Eles haviam copiado dos índios o costume de colocar mantas de carne sob o arreamento, no lombo do cavalo, enquanto cavalgavam. No ponto de parada, devidamente salgado pelo suor do animal, a carne estava pronta para ir ao fogo.
Como se vê, o churrasco tornou-se fio condutor da história rio grandense e prosseguiu nesse papel durante o terceiro ciclo da fixação à terra, a chamada “civilização do estancieiro”. Agora já era uma larguíssima fazenda organizada, na qual a peonada saía para distantes lides de gado, que duravam semanas, meses e cujo cardápio era o churrasco, nutritivo e fácil de fazer com carne à mão. Foi nesse momento que tomou a forma de típico churrasco gaúcho como o conhecemos, com fogo de chão e espetos de carne fincados na terra ao redor.
A receita não podia ser mais simples: carne com alguma gordura – em geral costela -, coberta de sal e levada ao fogo demorado, assando primeiro de um lado e depois do outro. “Mas o churrasco não é exclusivo do Rio Grande. “ Existiu em toda América do Sul antes do Descobrimento.”
De fato, os registros históricos se referem ao coócai, um assado primitivo e ao coócatuca, carne no espeto, usado pelos índios. A verdade é que no século passado, a modalidade do fogo de chão estava definitivamente consagrada, a julgar pelo depoimento do naturalista Saint Hilaire, de 1821. “Logo chegando ao lugar onde pisei, meu soldado fez uma grande fogueira; cortou a carne em compridos pedaços da espessura de um dedo, fez ponta em uma vara de cerca de dois pés de comprimento e enfiou-o a guisa de espeto em um dos pedaços de carne e quando julgou suficientemente assado, expôs o outro lado. Ao fim de um quarto de hora esse assado podia ser comido, parecendo uma espécie de beefsteak suculento, porém de extrema dureza.
Somente em tempos mais recentes o churrasco gaúcho incorporou outros cortes do gado, como a picanha ou fraldinha. A novidade veio na esteira de uma série de inovações introduzidas no prato a partir desse século, pela colonização italiana que se fixou no norte e na região da serra do estado. Para os italianos, churrasco era comido apenas em dia de festa, valiam vários cortes e era preparado de véspera, com os pedaços de molho em vinha d’alhos. Foi dali que nasceu o popularíssimo “rodízio” ou “espeto corrido”, como dizem os gaúchos, com os acompanhamentos que um velho gaudério jamais admitiria, além de levar frango e carne de porco. (A moda do espeto e da grelha acabou entrando até na área de peixes).
Por curiosa coincidência, os pioneiros bem sucedidos no espeto corrido vieram de Nova Bréscia, pequena cidade encravada na serra, a 167 km de Porto Alegre. A cidade exibe na praça principal a estátua de um churrasqueiro com avental branco, faca e espeto nas mãos.
Fonte - Wikipedia; Churrasco na Rede
Imagem - Acervo Google
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Material indispensável para um Bom Churrasco
Um bom churrasqueiro precisa dispor de um equipamento mínimo indispensável para, do começo ao fim do churrasco, fazer de seu ritual um belo prato a ser degustado pelos seus convivas.
A lista de material indispensável é a que segue:
Material para ChurrascoChurrasqueira ou grelha – são vários os modelos e veremos uma a uma em um artigo específico
Espetos – que tenham o tamanho compatível com sua churrasqueira, deixando apenas os cabos para o lado de fora; para carnes mais pesadas, espetos mais largos e firmes, para salsichões, linguiças, cebolas, miúdos, usamos espetos mais finos; existem espetos especiais também para assar peixes, assim como as grelhas, sem contar os espetos duplos, para peças grandes; uma dica importante: lave sempre os espetos ao fim do churrasco, e nunca antes do próximo, pois do contrário o sal e a gordura irão acabar com os mesmos em pouco tempo
Tábua de corte – de preferência, uma grande tábua para ser confortável cortar a carne em cima; o material ideal seria vidro, mas estas tábuas são raras e caras; em segundo lugar, tábuas de polipropileno e, a seguir, tábuas de madeira que teoricamente acumulam mais bactérias mas também podem ser esterilizadas em altas temperaturas no forno.
Faca de churrasco bem afiada – o ideal é que tenha um peso afiado para a sua mão, em torno de 35x4 cm de tamanho; a faca não deve ser utilizada para abrir latas, nem para cortar ossos de galinha tampouco deve ser passada na água fervendo, que lhe retira o fio.
Faca de desossa – geralmente é uma faca mais fina, mas igualmente afiada, utilizada para retirar os ossos de frango, carne e mesmo de peixes
Garfo trinchante – é um auxiliar importantíssimo para o corte da carne à medida em que vai ficando pronta, e também para a retirada da carne do espeto, em alguns casos
Pinça – no caso de utilizar uma grelha, a pinça ajuda a virar linguiças, salsichas e outros pedaços menores de carne e frango
Espátula – também usado no caso de grelha, serve para virar de lado hambúrgueres e outros alimentos mais achatados
Carvão – existem vários tipos, sendo que os melhores são aqueles feitos de eucalipto, madeira densa, que não produz cheiro e pouco pó, rende mais que outros tipos; há ainda quem prefira fazer churrasco com lenha, que com certeza deixa um gosto característico e saboroso na carne
Forma para temperar a carne – é interessante possuir formas ou recipientes com tampa para o caso de deixar a carne alguns minutos fora da refrigeração, evitando chegada de moscas e outros insetos
Lixeira – sempre surge material que deve ser dispensado durante um churrasco – nem que sejam latinhas de cerveja; a churrasqueira não é lixeira e lá não devem ser colocados nem resto de carne tampouco gordura
Pano descartável e avental de churrasqueiro – uma toalha descartável é útil para que a sujeira que foi retirada não se espalhe para outros locais a serem limpados; o avental é um apetrecho de higiene a mais e pode ser bastante útil para guardar seu fósforo, a faca, a chaira e os panos do assador
Todo processo de assar o churrasco deve ser feito com boa dose de higiene. Desde o material que é utilizado, passando pela carne escolhida e sem esquecer o instrumento mais importante: o assador, que deve ter suas mãos e braços bem lavados.
Fazer um bom preparo pré-churrasco, antecipando as ferramentas e acessórios indispensáveis no decorrer do processo é um dos ingredientes básicos para um churrasco de sucesso. Na próxima semana aprenderemos um pouco sobre os diferentes cortes de carne e suas características. Até lá.
Fonte- Reinehr
A lista de material indispensável é a que segue:
Material para ChurrascoChurrasqueira ou grelha – são vários os modelos e veremos uma a uma em um artigo específico
Espetos – que tenham o tamanho compatível com sua churrasqueira, deixando apenas os cabos para o lado de fora; para carnes mais pesadas, espetos mais largos e firmes, para salsichões, linguiças, cebolas, miúdos, usamos espetos mais finos; existem espetos especiais também para assar peixes, assim como as grelhas, sem contar os espetos duplos, para peças grandes; uma dica importante: lave sempre os espetos ao fim do churrasco, e nunca antes do próximo, pois do contrário o sal e a gordura irão acabar com os mesmos em pouco tempo
Tábua de corte – de preferência, uma grande tábua para ser confortável cortar a carne em cima; o material ideal seria vidro, mas estas tábuas são raras e caras; em segundo lugar, tábuas de polipropileno e, a seguir, tábuas de madeira que teoricamente acumulam mais bactérias mas também podem ser esterilizadas em altas temperaturas no forno.
Faca de churrasco bem afiada – o ideal é que tenha um peso afiado para a sua mão, em torno de 35x4 cm de tamanho; a faca não deve ser utilizada para abrir latas, nem para cortar ossos de galinha tampouco deve ser passada na água fervendo, que lhe retira o fio.
Faca de desossa – geralmente é uma faca mais fina, mas igualmente afiada, utilizada para retirar os ossos de frango, carne e mesmo de peixes
Garfo trinchante – é um auxiliar importantíssimo para o corte da carne à medida em que vai ficando pronta, e também para a retirada da carne do espeto, em alguns casos
Pinça – no caso de utilizar uma grelha, a pinça ajuda a virar linguiças, salsichas e outros pedaços menores de carne e frango
Espátula – também usado no caso de grelha, serve para virar de lado hambúrgueres e outros alimentos mais achatados
Carvão – existem vários tipos, sendo que os melhores são aqueles feitos de eucalipto, madeira densa, que não produz cheiro e pouco pó, rende mais que outros tipos; há ainda quem prefira fazer churrasco com lenha, que com certeza deixa um gosto característico e saboroso na carne
Álcool, gel ou outro auxiliar para iniciar o fogo
Chaira (afiador de faca)
Sal grossoSal grosso – o tempero padrão para o seu churrasco
Temperos, ervas e condimentos – a seu gosto
Chaira (afiador de faca)
Sal grossoSal grosso – o tempero padrão para o seu churrasco
Temperos, ervas e condimentos – a seu gosto
Forma para temperar a carne – é interessante possuir formas ou recipientes com tampa para o caso de deixar a carne alguns minutos fora da refrigeração, evitando chegada de moscas e outros insetos
Lixeira – sempre surge material que deve ser dispensado durante um churrasco – nem que sejam latinhas de cerveja; a churrasqueira não é lixeira e lá não devem ser colocados nem resto de carne tampouco gordura
Pano descartável e avental de churrasqueiro – uma toalha descartável é útil para que a sujeira que foi retirada não se espalhe para outros locais a serem limpados; o avental é um apetrecho de higiene a mais e pode ser bastante útil para guardar seu fósforo, a faca, a chaira e os panos do assador
Todo processo de assar o churrasco deve ser feito com boa dose de higiene. Desde o material que é utilizado, passando pela carne escolhida e sem esquecer o instrumento mais importante: o assador, que deve ter suas mãos e braços bem lavados.
Fazer um bom preparo pré-churrasco, antecipando as ferramentas e acessórios indispensáveis no decorrer do processo é um dos ingredientes básicos para um churrasco de sucesso. Na próxima semana aprenderemos um pouco sobre os diferentes cortes de carne e suas características. Até lá.
Fonte- Reinehr
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